Com GodHuond, você terá acesso a conteúdos fascinantes sobre plantas, explorando a riqueza da natureza. Descubra como aprender sobre esses temas pode ser uma jornada divertida e enriquecedora.

terça-feira, 15 de outubro de 2024

O Caju em Guiné-Bissau: Uma História de Sucesso!

 Das estradas ao copo, o caju conquistou tudo!







Olá, senhoras e senhores! Tudo bem com vocês??? Eu estou incrivelmente bem, como sempre! Aqui quem fala é o GodHuond, chegando para contar essa história sensacional sobre o caju na Guiné-Bissau. Então, peguem suas castanhas e venham comigo nesse passeio épico pelo tempo!

 

Tudo começou lá em 1911, época em que os postos administrativos coloniais estavam bombando, e as sementes de caju chegaram na Guiné-Bissau, vindas diretamente do Benim e de Moçambique. Já naquela época, alguns postos rurais começaram seus experimentos cajueiros. A Guiné-Bissau estava se apaixonando pelo caju desde o início! E olha que legal, aqui no país temos dois galãs do mundo do caju: o "Caju di Mozambique", com maçãs amarelas e nozes grandonas, e o famoso "Caju di Terra", com maçãs amarelas e avermelhadas e nozes um pouquinho mais modestas.

 

Mas, meus amigos, o que é curioso é que, mesmo com nozes menores, o "Caju di Terra" é o verdadeiro queridinho da nação! Suas maçãs são mais docinhas e rendem um suco maravilhoso, que é vendido para ajudar na renda dos produtores locais, como nos conta Monteiro et al. (2017). E aí, lá pelos anos 40, os cajueiros já estavam tipo celebridades, marcando presença em toda parte, beirando as estradas e trazendo alegria para as famílias de agricultores. Nessa época, o pessoal estava até inventando moda: usando a maçã de caju para produzir bebidas alcoólicas. O caju não só conquistou os corações como também as estradas e os copos dos guineenses. É mole ou quer mais?

 

Fiquem ligados, meus companheiros Huond, porque a história do caju na Guiné-Bissau ainda tem muitos capítulos emocionantes pela frente!!!

 

Isso foi tudo, pessoal! Mais tarde, vamos entender mais sobre o mercado global do cajueiro! Abraço para todos vocês. /^-^)/

segunda-feira, 14 de outubro de 2024

A Ascensão da Castanha de Caju na Guiné-Bissau

 Da Sombra Para o Estrelato Tropical: Uma Conquista se Tornando Realidade








Olá, amigas e amigos! Tudo bem com todos vocês??? Claro que estou ótimo, como sempre! Hoje, quem chega na área é o GodHuond, pronto para falar sobre um tema que tem a cara da Guiné-Bissau: a produção de Castanha de Caju com Casca (PCCC). Então, bora mergulhar nesse assunto que é tão importante para a economia africana e global!

 

Como muitos já sabem, o caju deu as caras na África Ocidental lá pelos anos 1500 e poucos, mas foi só na década de 1950 que essa fruta tropical começou a ganhar o brilho que merece. Porém, foi nos anos 90 que o negócio realmente deslanchou, como nos conta Monterio et al. (2017). O caju, que antes era só mais uma árvore na floresta, passou por sua fase de "floresta fashion" na África, de acordo com Goujon et al. (1973), citado por Catarino et al. (2015).

 

Mas hoje, meu povo, o caju é o astro principal! Ele é reconhecido como uma das culturas tropicais mais importantes, sendo chamado tanto de "a colheita dos menos abonados" quanto de "a iguaria dos mais abastados." Democrático, né? Não importa de onde você vem, o caju tá ali, conquistando todo mundo!

 

Se a gente voltar lá para o século XIX, vamos ver que os portugueses foram meio que os padrinhos do cajueiro na Guiné-Bissau, segundo Catarino et al. (2015). No começo, o caju era só um figurante na cena, sendo usado em fazendas locais e jardins de casa. Mas, como diz o ditado: "pequeno no início, gigante no final." E olha só, essa história do caju se entrelaça com a própria história da Guiné-Bissau, que hoje é um dos maiores produtores desse tesouro tropical!

 

Isso foi tudo, pessoal! Amanhã, vamos explorar ainda mais esse mundo incrível que venho contando. Abraço para todos vocês. /^-^)/

Amêndoa de Castanha-de-Caju: A Joia Tropical que Conquista o Mundo!

 Explorando o impacto global dessa estrela culinária







Olá, seres terrestres! Tudo de boas com vocês??? Eu estou bem como sempre, aqui pronto para mais uma viagem ao mundo da natureza! Hoje, quem fala é o GodHuond, para trazer um assunto que, além de delicioso, é de extrema importância no cenário global: a Amêndoa de Castanha-de-Caju (ACC). Vamos mergulhar nesse universo cajueiro, meus amigos!!!!

 

Como bem destacado por Catarino et al. (2015), a ACC é como uma estrela tropical, conhecida como a "colheita dos pobres, alimento dos ricos." Incrível, né? Essa joia culinária tem um papel tão versátil nas diferentes realidades econômicas pelo mundo. Quando falamos em consumo mundial, a coisa fica interessante. Segundo Cunha et al. (2004), os países mais desenvolvidos são os verdadeiros fãs desse maravilhoso cajueiro.

 

Os Estados Unidos, conhecidos por sua paixão por snacks, lideram o ranking, respondendo por cerca de 70% do consumo global. É como se os americanos dissessem: "Dá-lhe castanha de caju!" Em seguida, temos o Canadá, que contribui com 10%, e a Europa, sempre refinada nos paladares, com seus 11%. Aqui entre nós, o mercado internacional de amêndoas de castanha de caju é exigente, viu? Segundo Cunha et al. (2004), ele segue padrões internacionais que valorizam produtos inteiros, de qualidade e de maior calibre. Afinal, quem não quer uma amêndoa de caju impecável em suas receitas ou como snack premium??

 

É curioso como essa "colheita dos pobres" ganha destaque nos paladares mais exigentes ao redor do globo. A castanha de caju é mesmo uma estrela que brilha intensamente na culinária mundial, conquistando fãs por todos os cantos!!

 

Isso foi tudo, pessoal! Mais tarde, vamos falar sobre a última parte dessa semana cajuífera! Abraço para todos vocês. /^-^)/

sexta-feira, 4 de outubro de 2024

Cajueiro o Brilho Faiscante: A Estrela Brilhante do Brasil e do Mundo!

 Desvendando a produção desse fruto incrível e seu impacto global







Olá, governantes e governantas! Tudo bem com vocês??? Eu estou maravilhosamente ótimo! Aqui quem fala é o GodHuond, marcando presença para falar sobre a produção desse fruto incrível no Brasil e no mundo! Vamos lá, que a viagem cajueira vai começar!

 

No Brasil, de acordo com Cunha (2004), a produção de castanha de caju é simplesmente gigante, alcançando a marca de 150 mil toneladas por ano. Isso significa que temos um montão de amêndoas incríveis para alegrar os nossos dias, gerando divisas na casa dos 144 milhões de dólares. Quem diria que o caju seria tão poderoso, hein? E adivinhem qual região do Brasil está dominando nesse quesito? O Nordeste, é claro! Essa terra maravilhosa ocupa uma área de aproximadamente 650.000 hectares só para o caju. É tanto cajueiro por lá que a gente quase precisa de um GPS para se orientar!

 

Agora, olhando para o mundo, a Embrapa (2003) revela que a cultura do caju está dando show em escala global, ocupando no mínimo 1,5 milhão de hectares em todo o planeta. Além dos já conhecidos Vietnã, Índia e Brasil, temos outros países entrando nessa onda cajueira, como Moçambique, Quênia, Tailândia e, mais recentemente, Benin, Guiné-Bissau e Indonésia. O caju está se tornando uma celebridade mundial, galera! E para onde vai boa parte dessa produção? Para os países desenvolvidos, é claro! O caju está conquistando corações por todo o globo, e nos últimos tempos, especialmente nas décadas de 1980 e 1990, o cultivo e o consumo de Amêndoa de Castanha-de-Caju (ACC) só aumentaram, transformando o caju em uma estrela global!

 

Isso foi tudo, pessoal! Mas segunda-feira vamos compreender mais do nosso cajueiro! Abraço para todos vocês. /^-^)/

Caju em Alta: A Aventura Tropical na Índia e no Vietnã!

 Explorando o crescimento explosivo da indústria do caju nos trópicos







Olá, meus companheiros de navegação! Tudo bom com todos vocês??? Eu estou ótimo como sempre! Aqui é o Huond de volta para mais uma aventura tropical! Hoje, vamos explorar o maravilhoso mundo do caju na Índia e no Vietnã. Preparados? Então, bora lá!

 

A Índia está arrasando no processamento de castanhas de caju, com uma capacidade de quase setecentas mil toneladas. É muita castanha, né? Para dar conta dessa demanda toda, a Índia não pensou duas vezes e começou a importar Amêndoa de Castanha-de-Caju (ACC) de vários países africanos e, nos últimos anos, até mesmo de países do sudeste asiático. O caju tá voando alto pelo mundo!

 

E falando em voar alto, o Vietnã não ficou para trás nessa corrida cajueira! De acordo com os dados da FAOSTAT (2019), o caju deu o ar da graça por lá no século XIX. A princípio, era só uma árvore de sombra nos jardins residenciais, mas logo virou uma verdadeira estrela industrial há mais de uma década. E olha que legal: as condições de solo e clima nas províncias de Quangnam-Danang e mais ao sul são tipo o paraíso do caju, perfeitas para a produção desse fruto maravilhoso!

 

Na década de 1980, a área destinada ao caju era só de 30.000 hectares. Mas, segura essa: em 1996, já tínhamos um salto para incríveis 250.000 hectares! A produção total nesse ano foi de nada menos que 236.000 toneladas. Isso é muita castanha, pessoal! E agora, muitas províncias do Sul do Vietnã, como Dongnai, Tayninh e Binhthuan, estão investindo pesado em plantações de caju. É o caju conquistando corações e terras por onde passa!!!

 

Isso foi tudo, pessoal! Amanhã vamos estudar conceitos extraordinários do caju! Abraço para todos vocês. /^-^)/

quinta-feira, 3 de outubro de 2024

Caju na Índia: A Estrela Tropical que Mudou a História!

 Uma jornada divertida pela trajetória do caju como super-herói do solo e gigante da agroindústria






Olá, soberanos do mundo! Tudo bom com todos vocês???? Espero que estejam tão ótimos quanto eu, porque estou incrível demais! Hoje, vamos embarcar em uma viagem até a Índia para descobrir a história incrível dessa estrela tropical!

 

A plantação de caju foi introduzida por lá no século XVI, e sabem por quê? Nada menos que para evitar a erosão do solo! Imaginem só, o caju já sendo um super-herói do solo lá atrás! Mas não parou por aí, não! Mais tarde, ele virou uma fonte de renda poderosa para muita gente nas regiões tropicais costeiras da Índia. E a Índia, claro, não brinca em serviço! Ela se tornou um gigante nesse mundo cajueiro, sendo o maior produtor, processador e exportador de Amêndoa de Castanha-de-Caju (ACC) no planeta. É como se o caju fosse coroado o rei da agroindústria indiana!

 

De acordo com os dados da FAO (Food and Agriculture Organization), o caju é uma verdadeira estrela da economia indiana. Olha só: em 1960-61, foram processadas 228.000 toneladas de castanhas in natura, e quase metade disso foi importada. Uma curiosidade histórica: durante o mesmo ano, 77% da produção total de ACC industrializada veio da Índia, com 44.000 toneladas sendo produzidas. Mas o caju não parou por aí, não!

 

Nos anos mais recentes, em 1995-96, foram processadas cerca de 640.000 toneladas, sendo 65% dessas castanhas cruas produzidas localmente. A Índia também brilhou no cenário internacional, ganhando cerca de 352 milhões de dólares com a exportação de amêndoa de caju e do líquido da casca de castanha-de-caju com casca (LCCC). É o caju colocando dinheiro no bolso e conquistando o mundo com seu sabor único!

 

E olha só que legal: do ponto de vista dos agricultores e exportadores, o cajueiro está ganhando mais e mais destaque como uma cultura agrícola de ponta em pesquisas e desenvolvimento. É tipo o caju virando o queridinho da pesquisa agro, mostrando que é uma estrela em ascensão no mundo da agricultura!

 

Isso foi tudo, pessoal! Mais tarde, vou mostrar mais coisas incríveis do caju! Abraço para todos vocês. /^-^)/

O Astro Tropical: O Cajueiro na Segunda Guerra Mundial e Além!

 Como a Amêndoa de Castanha-de-Caju (ACC) virou uma estrela do agronegócio e conquistou o mundo






Olá, pessoal desse mundo extraordinário! Tudo bom com vocês?? Espero que sim, porque eu estou ótimo demais! Preparem-se para uma viagem ao passado, onde a história dessa estrela dos trópicos deu uma guinada épica. Durante a 2ª Guerra Mundial, o cajueiro virou a sensação industrial graças ao líquido da casca da castanha-de-caju com casca (LCC). Foi como se o caju tirasse o paletó e a gravata e colocasse um macacão de operário! Imagina só, o caju suando na fábrica, todo estiloso, enquanto o mundo assistia.

 

Mas, claro, depois que a guerra deu tchau em 1945, o foco mudou para a nossa amada Amêndoa de Castanha-de-Caju (ACC), e aí, meus amigos, a agroindústria do caju começou a crescer que nem caju no pé! Essa expansão tropical rolou principalmente em países em desenvolvimento, tipo a Guiné-Bissau, onde a ACC virou a verdadeira estrela, responsável por muitas divisas. O caju basicamente virou a chave da economia local, tipo um astro do rock salvando o show.

 

Agora, falando em estrelato: Índia, Vietnã e Brasil estão no topo da lista dos maiores processadores de castanha de caju do mundo. Esses três países são como os VIPs do camarote, monopolizando quase 90% das exportações da nossa querida Amêndoa de Caju. A Índia, aliás, ainda é o segundo maior produtor e o maior processador da ACC, é tipo o palco principal desse espetáculo cajueiro! Não podemos esquecer dos outros astros, como Nigéria e Costa do Marfim, que brilham forte também. Juntos, esses quatro países são como os protagonistas de um filme épico do caju, contribuindo com 70% da produção global. Um verdadeiro blockbuster agroindustrial, meus caros!

 

E olha só a magnitude desse show! A área sob colheita de caju no mundo é gigante: 4,71 milhões de hectares dedicados ao cajueiro, com uma produção anual de 2,75 milhões de toneladas. É muita castanha e muita ACC para nós, amantes dessa estrela tropical!

 

E foi isso, pessoal! Espero que tenham curtido essa viagem ao passado glorioso do caju. Amanhã, preparem-se, porque vamos falar sobre a introdução do caju na Índia! Abraço para todos vocês e até a próxima aventura. /^-^)/

quarta-feira, 2 de outubro de 2024

A Amêndoa de Caju: A Celebridade Que Você Não Sabia Que Precisava!

 Uma jornada deliciosa e cheia de glamour pelo mundo da Amêndoa de Castanha-de-Caju (ACC)






Olá, viajantes interdimensionais! Como vocês estão hoje??? Espero que estejam tão incríveis quanto eu! Hoje, vamos embarcar em uma viagem intergaláctica (ou quase isso) pelo mundo da Amêndoa de Castanha-de-Caju (ACC). Preparados? Vamos lá! Segurem o chapéu, porque essa belezinha é uma estrela no mundo culinário E nos negócios!

 

Vocês sabiam que o mercado global da ACC movimenta cerca de US$ 500 milhões por ano? Sim, meus amigos, quinhentos milhões de verdinhas! Essa danada da ACC não só faz bonito na cozinha, mas também brilha no mundo corporativo como uma verdadeira estrela dos negócios. E o mais incrível é que ela só dá as caras em países "VIP", onde a renda por pessoa é de deixar qualquer um de boca aberta. Nada menos que glamour para a nossa ACC, né?

 

Agora, senta que lá vem história! Lá pelos anos 80, a produção, exportação e consumo dessa estrelinha tiveram um verdadeiro boom. Foi como se a ACC tivesse decidido dar um passeio triunfal pelo planeta, com direito a tapete vermelho e tudo! E não é só isso: além de ser uma delícia crocante, o caju é tipo o Batman das frutas tropicais! Ele é um super-herói no combate a várias doenças, desde escorbuto até complicações urinárias. Sim, é isso mesmo que você ouviu, essa castanha é poderosa! E, pra deixar tudo ainda mais impressionante, ela também ajuda no tratamento de doenças cardiovasculares e obesidade, tudo graças aos seus ácidos graxos insaturados. A ACC não é apenas uma estrela da culinária, é também uma estrela da saúde!

 

Ah, meus colegas amantes de pesquisas, segundo a turma da ciência (Cunha et al., 2004), o cajueiro é tipo uma celebridade tropical. Sabe aquele artista que só faz shows em lugares chiques? Pois é, a produção de caju está concentrada em países como Índia, Brasil, Moçambique, Tanzânia, Quênia, Vietnã e Nigéria. Esses lugares são os hotspots do caju, onde nossa querida Amêndoa de Caju reina soberana, sendo produzida para o consumo externo como uma verdadeira diva do mercado global.

 

Agora, um pequeno “fun fact” para vocês: os primeiros modelos de exploração do cajueiro eram praticamente um rock tour selvagem! Lá nos idos de 1600, o extrativismo era o hype do momento, com os cajueiros crescendo onde bem entendessem, sem muita organização. Imagina só o caos e a magia! Mesmo hoje, essa prática ainda rola, mas em uma escala bem menor. A ACC sempre esteve por aí, como uma estrela discreta, mas agora está brilhando mais do que nunca!

 

Isso foi tudo pessoal, amanhã iremos interpretar conteúdos incríveis sobre o grandioso cajueiro e toda sua fauna!!!! Abraço oara todos vocês. /^-^)/

O Pré-Show da Castanha de Caju: Uma Viagem Fantástica, de um mundo chamado (CCC)

 Preparando a Estrela de uma Grande Galáxia para o Palco Gastronômico!







Olá, seres cósmicos deste vasto universo! Como vocês estão? Eu estou maravilhosamente ótimo! Agora que já conhecemos o espetáculo da CCC (Castanha de Caju), é hora de explorar o que rola nos bastidores: o pré-tratamento. Isso mesmo, é como preparar a estrela antes dela entrar em cena — o glamour da produção gastronômica começa aqui!

 

Quando a CCC é colhida, ela ainda vem com a maçã de caju toda grudada nela. Mas nada que um bom “twist” não resolva, né? É o momento da CCC fazer uns alongamentos, se soltar da maçã e ficar pronta para brilhar. Qualquer pedacinho teimoso da maçã que insista em ficar colado é removido sem dó nem piedade. Afinal, não queremos nenhum figurante indesejado nessa produção!

 

Depois dessa coreografia de torção, as nozes seguem para o seu spa natural — ou seja, vão secar ao sol por alguns dias, até atingirem um teor de umidade de 8%. E não, não é só para ganhar um bronzeado bonito; é também para amadurecer a semente de caju. Nada de nozes verdes no nosso show, só as madurinhas entram na festa!

 

Com as nozes secas e descansadas, vem o momento de armazenamento. Elas podem ficar em sacos ou a granel por alguns meses, esperando o grande dia de se transformarem na AC (Amêndoa de Caju). E olha só que chique: uma vez processadas e virando as estrelas que conhecemos, as amêndoas podem ser armazenadas por até um ano em recipientes herméticos. Isso garante o frescor e a qualidade da CCC, para que ela chegue impecável até a sua mesa.

 

E assim, meus amigos, conhecemos um pouco mais dos preparativos que antecedem o grande show da CCC. Fiquem ligados para mais segredos dos bastidores e curiosidades do nosso maravilhoso mundo verde.

 

Isso foi tudo, pessoal! Amanhã, vamos explorar novos conceitos, como o mercado e suas oportunidades! Abraço para todos vocês! /^-^)/

terça-feira, 1 de outubro de 2024

A Verdadeira Estrela do Amanhecer: A Castanha de Caju (CCC)

 Do Pé à Mesa - Os Segredos da MVP das Frutas Tropicais






Olá, povo incrível deste mundo! Como vocês estão? Eu estou ótimo demais! Hoje vamos dar aquele mergulho nos segredos da nossa querida Castanha de Caju, ou simplesmente CCC, uma verdadeira estrela culinária que merece os holofotes. E claro, eu vou contar tudo nos mínimos detalhes!

 

A CCC é, sem dúvida, a MVP do caju, representando uns 10% do peso total da fruta. Só que, igual a uma personagem de novela, o peso da CCC pode variar bastante, indo de 2g a uns grandiosos 30g! E olha que, na maioria das vezes, as castanhas que chegam às indústrias têm um peso médio de 7g. A CCC é composta por três partes principais: Casca, Película e, claro, a grande protagonista, a Amêndoa. Vamos por partes (literalmente).

 

Primeiro, a Casca é tipo o casaco estiloso da CCC, correspondendo a uns 65% a 70% do peso da castanha. É formada por um epicarpo coriáceo (sim, temos palavras chiques por aqui) e um mesocarpo esponjoso, onde ficam os alvéolos recheados por um líquido cáustico e inflamável, chamado carinhosamente de Líquido da Casca da Castanha (LCC). Sim, o cajueiro tem uma veia pirotécnica que solta esse líquido no tapete vermelho!

 

Agora, a Película, ou tegumento da amêndoa, é um pouco mais discreta, representando só 3% do peso da castanha, mas não se engane, porque ela é rica em tanino. É tipo a capa protetora da amêndoa, dando aquele charme extra. E, finalmente, chegamos à nossa estrela principal: a Amêndoa! Composta por dois cotilédones de cor marfim, ela é responsável por uns grandiosos 28% a 30% do peso da castanha. Porém, no processo industrial, o rendimento fica em torno de 21%, então cada pedacinho conta!

 

Quando se trata de colheita, a coisa fica séria. Os cajus maduros até podem ser colhidos diretamente da árvore, mas o recomendado é deixar que eles caiam no chão. Assim, garantimos que só os mais maduros entrem no espetáculo gastronômico, sem frutinhas verdes para estragar a festa! Ah, e tem que ser rápido na colheita, porque se as maçãs ficarem muito tempo no chão, correm o risco de apodrecer e a casca pode ficar marrom e podre. E ninguém quer uma CCC nessas condições, né?

 

Isso foi tudo por hoje, pessoal! Mais tarde tem mais curiosidades sobre a nossa querida CCC e o maravilhoso mundo do caju! Abraço para todos vocês! /^-^)/

O Cajueiro: O Globetrotter dos Trópicos

 Da América Central para o Mundo - A Saga do Sobrevivente dos Trópicos







Olá, senhoras e senhores! Tudo bem com todos vocês? Eu estou muito ótimo! Hoje vamos falar sobre o astro da vez: o cajueiro, que, embora nativo da América Central e do Sul, é praticamente um globetrotter tropical, marcando presença em várias partes da África e Ásia. Essa árvore é tipo a estrela que todo lugar quer ter! Mas, espera aí, o cajueiro é mais do que apenas uma carinha bonita, é um verdadeiro sobrevivente. Ele aguenta solo pobre, calor de lascar, mas tem um ponto fraco: frio e geada não são bem-vindos, meus amigos!

 

Na África Oriental, por exemplo, ele se espalha entre o nível do mar e altitudes de até 1000 metros, onde a chuva dá aquela forcinha com pelo menos 500 mm. Segundo a FAO (2020), é possível tirar de 7000 a 9000 kg/ha de caju nessas condições! E a produção é tipo uma saga... As árvores começam a dar as caras no terceiro ano após o plantio, mas é só lá pelo oitavo ou décimo ano que a coisa começa a ficar séria, com rendimentos de 30 kg de castanha de caju (CCC) por árvore. Paciência é a chave, galera!

 

Agora, olha só que curioso: o cajueiro é tipo aquele artista que brilha por anos, mantendo o espetáculo por uns 20 a 30 anos, mas, com o tempo, a produtividade dá uma murchada. Claro, o grande astro do show é a castanha de caju (CCC), mas o cajueiro é tipo um dois em um. Além da castanha, ele nos dá o pedúnculo, que muita gente chama de falso fruto ou maçã de caju. Esse "falso fruto" é praticamente a pera do espetáculo, meus caros. Seja amarelo ou vermelho, ele é feito de uma polpa macia e suculenta, que é a verdadeira estrela, a maçã de caju! Explosão de sabor é pouco para descrever isso, como nos conta a FAO (2020).

 

E a semente, meus amigos, é a parte nobre. Ela cresce abaixo do pedúnculo, com aquele formato de rim que lembra um feijão grandão. Mas é na torragem que a mágica acontece: a semente se transforma na famosa castanha de caju (CCC), de onde tiramos a amêndoa de caju (AC), variando de 2 a 3 cm. Muita coisa acontecendo numa única árvore, né?

 

Isso foi tudo, pessoal! O cajueiro é a estrela completa, do pedúnculo à amêndoa. Abraço para todos vocês! /^-^)/

O Caju no Mercado Mundial: GodHuond Desvendando as Tendências

 Como o Preço e a Produção de Caju estão Transformando Mercados Globais Olá, seres quase sobrenaturais, tudo bem com todos vocês??? Eu estou...

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